terça-feira, 17 de abril de 2012

O papel do Gerente de E-Commerce

O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Leia mais!

A internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa. Este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.

Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações.
No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.

A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho. Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google Analytics, Yahoo Web Analytics, Predicta ou Adobe Omniture, por exemplo..

É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e a quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos itens quanto possível. Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo.

Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas, Search Engine Optimization, Search Engine Marketing e imersão em Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia.

Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas. No entanto, existem estratégias que podem tornar o E-Commerce mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços ao cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais.

Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.

O Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número de visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.

Luiz Dias é Gestor Comercial de E-Commerce da CENTAURO.com.br e autor do site www.GerenteDeEcommerce.com.br

Como ser assertivo em vendas e estabelecer uma relação ganha-ganha

Como ser assertivo em vendas e estabelecer uma relação ganha-ganha
Veja as perguntas certas que você deve fazer para seus clientes e descobrir suas reais necessidades.

Um dos maiores erros em vendas e o mais comum de todos é o de apresentar o produto ou serviço para o cliente antes mesmo de saber os seus desejos, motivos e necessidades da compra.

Por isso, a conversa com o cliente é, sem dúvida, um dos momentos mais importantes em uma negociação para se determinar o que será oferecido e como será apresentado nosso produto ou serviço ao cliente, baseado em informações colhidas ao longo da conversa.

À medida que nos interessamos pelos nossos clientes, pelos seus desejos e motivos de compra, conseguimos compreender, se interessar por seus interesses e, consequentemente passamos a conhecer melhor nossos produtos e serviços.

Algumas dicas para cativar o cliente nesta fase inicial:

O cliente fala mais: muitas informações importantes surgem quando as pessoas falam de maneira livre e sem interrupções.

Você escuta atentamente: o cliente é quem detém as informações que precisamos saber para efetuar a venda! Por isso, é preciso deixá-lo falar para saber como vamos vender.

Como ser um ouvinte eficaz?

Mantenha o foco e procure manter olho no olho enquanto o cliente estiver falando e jamais tente fazer outra coisa ao mesmo tempo.

Caso seja necessário desviar a atenção a outro fato, peça licença à pessoa com quem estiver conversando e retorne à conversa o quão breve possível.

Fale de coisas que interessem a outra pessoa. Se você deixar o cliente expor suas ideias sem nenhuma interrupção pode descobrir o que interessa a ele. Então fale sobre isso.

Você conhece a necessidade de compra do cliente?

Perguntas abertas permitem respostas completas e informações úteis. Deste modo, você se prepara para evitar tropeços que podem comprometer a venda.

Perguntas fechadas: as perguntas fechadas permitem respostas simples e geralmente um sim ou um não sem muitas informações. Geralmente, são questões comparativas, afirmativas e assertivas, em que o cliente pode escolher e opinar sobre o assunto específico em questão.

Perguntas proibidas:

“até quanto você pretende investir?”

Esta é a típica pergunta que pode irritar e subestimar o cliente, além de ser uma questão que não oferece informações sobre a intenção de compra. O quesito preço é delicado e muitas outras expressões devem ser evitadas.

Questões relacionadas a preço geralmente podem aborrecer o cliente e podem diminuir a possibilidade de efetivar futuras vendas. Por isso, a grande tarefa de um vendedor inteligente é preocupar-se em não subestimar seu poder de compra e ser prudente em suas colocações.

Por isso, é importante ter sempre em mente quais perguntas podem ser feitas e que determinam seus reais interesses de compra. As perguntas devem estar ligadas às necessidades e perfis de cada cliente de modo que conduzam uma negociação eficaz que garanta bons relacionamentos.

Cida Silva (Diretora da En Theos Consultoria e Treinamentos e instrutora dos cursos de Vendas e Atendimento ao Cliente. Site: www.entheos.com.br e e-mail: entheos@uai.com.br)

Alphaville Anápolis

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dia Mundial da água

No dia mundial da água, nada melhor do que parabenizar um empreendimento imobiliário que respeita e pratica a preservação e utilização da água. Terra Mundi, um residencial inteligente, perfeito para você, perfeito para seu bolso. Conheça mais comigo: 62.8198-6780.

terça-feira, 20 de março de 2012

Corretor on line

Preciso de profissional para trabalhar na gerência de vendas on line da MGarzon Brasil Brokers - Unidade de Goiânia. Ganhos acima da média de mercado e oportunidade de trabalhar com a tendência do mercado. Mais informações: 62.8198-6780

Motivação para corretores de imóveis

O corretor, por ser profissional autônomo, tem a responsabilidade de se manter financeiramente, assumindo os riscos que o mercado lhe impõe. É normal, ainda hoje, vermos empresas imobiliárias que não dão suporte, principalmente financeiro, aos corretores. Mas, há algum tempo já vem ocorrendo essa mudança de paradigma.

Esta semana mostro, neste post, o outro lado que deve ser utilizado como parte fundamental para motivação dos corretores de imóveis. As empresas imobiliárias detêm força suficiente no processo de auxiliar, acompanhar, motivar e, principalmente, fidelizar o profissional do ramo imobiliário.

Vamos ver a seguir como isso pode ser feito e os resultados oriundos:

Auxiliando o corretor de imóveis

1. É fundamental que a imobiliária tenha um coordenador, gestor e, ou, supervisor de equipe devidamente preparado; isso evitará que todo e qualquer problema seja levado ao corpo diretivo desnecessariamente;

2. O Corretor deve ser treinado de acordo com o perfil da empresa. Já que este profissional estará, em dado momento, representado esta. Essa é uma preocupação muito grande que as imobiliárias devem ter, pois é a imagem que é transmitida ao cliente.

Acompanhado o desenvolvimento dos corretores de imóveis

1. Escolher criteriosamente os corretores;

2. Estipular prazo de experiência e, ao final, reavaliar os profissionais que se adéquam ao perfil exigido;

3. Fazer nova seleção por meio de resultados ou pelo esforço demonstrado no prazo da experiência;

4. Elaborar plano estratégico com metas alcançáveis (atendimento diário de clientes);

5. Organizar atividades dentro e fora do plantão (atividades internas e externas);

6. Cobrar e avaliar os resultados periodicamente através de reunião para esse fim.

Motivando os corretores de imóveis

1. Deve estabelecer valores semanais como forma de apoio financeiro (ajuda de custo), principalmente aos que estão iniciando, para que possa servir de estímulo aos que realmente estão interessados. Esses (os realmente interessados) são facilmente identificados, e são esses justamente que as empresas devem fazer esforço para mantê-los em seu quadro de corretores de imóveis;

2. Estipular premiações contínuas para os que alcançarem as metas impostas ou ultrapassarem, o que for melhor;

3. Reconhecimento pelo empenho individual de cada corretor quando do seu real merecimento.

Fidelizando os corretores de imóveis

1. Tornar o ambiente de trabalho agradável, confortável, alegre, descontraído, mas permanecer focado nas responsabilidades e manter o devido profissionalismo;

2. Criar planos de carreira também traz motivação para que o profissional se mantenha na empresa buscando se aperfeiçoar e conquistar novos desafios;

3. Investir em capacitação profissional é outro ponto forte que torna visível o interesse em continuar colaborando com os objetivos da empresa.

Essas e outras técnicas além de fidelizar o profissional faz com que ele sinta-se valorizado. Dificilmente um corretor buscaria trabalhar em outra empresa.

A criatividade e inúmeras formas de valorização profissional estão sendo colocadas em prática por várias empresas.

O que você, corretor de imóveis ou empresa imobiliária, gostaria de implantar em sua organização?

Postado por: Rodrigo Barreto | 19/03/2012 13:20:58 - REDIMOB

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